Mais um rapto em Maputo

Mais um rapto em Maputo

Cidadã de origem asiática foi ontem raptada por volta das 22horas perto do palácio Agha Khan na cidade de Maputo.

Segundo a polícia, a vítima fazia-se transportar numa viatura na companhia de seu esposo, quando ocupantes de outra viatura simularam um acidente embatendo na parte traseira da viatura em que viajava o casal. No processo de abordagem pelo condutor da viatura embatida saíram da segunda viatura, quatro indivíduos que forçaram o desembarque da sua esposa, tendo na sequência colocado a viatura em marcha. Era mais um rapto.

Nos outros tantos casos, os raptores esperam beneficiar de elevadas somas em dinheiro para o resgate. Contactado pela TIM, o Porta-voz da PRM, na cidade de Maputo, Orlando Modumane, confirmou e lamentou esta ocorrência. " Confirmamos, mas para já é prematuro avançar com mais detalhes", disse Modumane, quando foi contactado telefonicamente pela nossa reportagem.

Enquanto uns são soltos, outros fecham os seus lugares! O sinal é vermelho. No dia em que mais uma cidadã era raptada os meliantes restituíam a liberdade dois empresários da mesma família, raptados no passado dia 30 de Janeiro, um verdadeiro pingue-pongue. Como nos outros casos, a família dos dois empresários não envolveu a polícia nas negociações do resgate com os raptores. Os valores do resgate costumam partir de um milhão de dólares.

De resto o rapto da última cidadã é um golpe na boca do estômago das autoridades que recentemente transferiram das celas da BO, para o Comando Geral da Polícia, na cidade de Maputo, Nini Satar e Vicente Narotam Ramaya, no âmbito da investigação que sugere e suspeita que os dois sejam autores morais dos sequestros que assolam Maputo.

Suspeita-se que os reclusos tinham acesso aos telemóveis e a partir destes meios de comunicação a partir das suas celas lideravam os raptos, por isso para, na tentativa de estancar esta prática decidiram levar os dois para as celas do comando geral da polícia, na cidade de Maputo. 

Empresários bem sucedidos de origem asiática são as vítimas preferenciais dos criminosos.  

Fonte: TIM
Data: 09/02/2012

Comentários

mbs envolvida nos raptos em em maputo

todo leva a querer que o grupo mbs esteja envolvido nestes casos uma vez que nunca encontram os culpados e so denunciam pessoas que estam na cadeia se estam na cadeia como podem elas mandar raptar pessoas mesmo na cadeia de alta seguranca
o proprio governo de mocambique esta envolvido e a prm so da desculpas todo mentira porque todos os membros estao envolvidos quer dizer devem ganhar um bom lucro por isso .
Mais de 15 milhoes de dolares os raptores arrecadaram so nesses raptos.
Tome muito cuidado porque nem na nossa sombra podemos confiar.

resposta

O idiota que disse "Para resolver o problema de uma vez por todas, o governo deve imediatamente deportar todos eles de volta para o médio oriente." não pensou que os raptores apenas preferem asiaticos, nao significa que não podem pegar Mocambicanos!!!

raptos

Para resolver o problema de uma vez por todas, o governo deve imediatamente deportar todos eles de volta para o médio oriente.

policia

A policia devia esclarecer melhor estes assuntos; mais uma brincadeira neste pais!

caso de rapturas

Quando trata-se de um problema serio como esse nao se deve em nenhum momento se dizer que as autoridades acham que, e ao achar transferem os reus. pelo que eu saiba, ha como concluir se eles estao involvidos ou nao nos raptos atraves das vozes gravadas nas operadoras telemoveis no pais. o outro cao acho eu que o governo mocambicano deve comecar desde entao a se preocupar muito com o povo mocambicano. eu confirmo que a criminalidade deve-se a falta de educacao e pobreza financeira como mental. por exemplo vivi na europa por um tempo, la nao haviam casos do genero, mas era um pais mais poluloso do que o nosso, onde as pessoas drogam-se e bebem todos os dias., o governo precisa de agir antes de ,essa coisa se elastrar por todo pais. e nenhum estrangeiro vira viver em mocambique. e os ricos irao passar mal tambem, embora eles sao innocentes. u patornar-se -a um gueto. lamento muito pela situacao.

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