Magistrados do Ministério Público negam que haja precipitação da sua parte na dedução de acusação contra os réus.
O facto de muitas vezes os juízes não pronunciarem os réus dos crimes de que são acusados dizem estes que é normal.
Nos últimos tempos tem havido grandes desfasamentos entre a acusação do ministério publico e os despachos de pronuncia. O caso do ex Ministro do interior Alemrino Manheje é disso exemplo. Dos 49 crimes de que era acusado pelo ministério publico, o tribunal o pronunciou de apenas um.
Alguns advogados que não quiseram gravar entrevista disseram a nossa equipe de reportagem que havia casos em que os procuradores agiam com uma certa dose de emoção e muito influenciados pelas informações veiculadas na imprensa, o que os leva a tomar decisões precipitadas.Estes negam.
Fonte: TIM
Data: 25/01/2010