Foi a 7 de Setembro de 1974 que a Frente de Libertação de Moçambique e o Governo colonial português sentaram-se à mesa de negociações na capital da Zâmbia, Lusaka, para a assinatura de um memorando de entendimento visando pôr termo a dez anos de guerra no país e a proclamação da independência total e completa.
Pactos que vieram a ser designados de Acordos de Lusaka. Trinta e sete anos depois a data continua a ser comemorada, como o dia da vitória e dos combatentes da Luta de Libertação Nacional.
À mesa das negociações estiveram presentes diversas personalidades, com destaque para Samora Machel e Joaquim Chissano, em representação da FRELIMO e Mário Soares, na altura ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
Com os Acordos de Lusaka, Portugal reconhecia a FRELIMO como o único representante do povo moçambicano e permitiu o início do período de transição, até a data da proclamação da independência, nove meses após a assinatura dos acordos.
De um conjunto de 19 pontos, há algumas cláusulas dos Acordos de Lusaka há destacar.
Fonte: TIM
Data: 08/09/2011