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Prestígio em jogo na Escócia

Prestígio em jogo na Escócia

Sporting tem na Liga Europa possibilidade de salvar a época. Tradição adversa aos leões, que nunca aqui venceram. Esquecer Bettencourt, Costinha, Liedson e até Valdés é um dos grandes desafios para o encontro de hoje.

Sporting tem na Liga Europa possibilidade de salvar a época. Tradição adversa aos leões, que nunca aqui venceram. Esquecer Bettencourt, Costinha, Liedson e até Valdés é um dos grandes desafios para o encontro de hoje.

Por prestígio, por orgulho. O Sporting joga hoje cartada importante, talvez mesmo decisiva, quanto ao futuro desta temporada. Com o campeonato perdido - aconteça o que acontecer até final, este será sempre um mau ano -, e eliminado precocemente da Taça de Portugal, desportivamente só há duas competições que interessam aos leões: a Taça da Liga (meia-final com o Benfica, na Luz) e esta Liga Europa.

O Sporting chega à Escócia ferido e muito debilitado. O presidente demitiu-se, o director para o futebol foi demitido, a principal referência da equipa partiu. Resta um treinador cada vez mais só e jogadores em crise de confiança. Actualmente tudo se questiona em Alvalade, todos são colocados em causa. A cotação de cada um caiu a pique. Actualmente todos são nivelados por baixo. A verdade poderá não ser bem assim, mas o certo é que o leão pôs-se a jeito e ficou ferido.

Na competição, como na selva, é assim, os adversários não perdoam um momento de fraqueza. Mas tem de reagir. Urgentemente. Já hoje.

Sporting tem na Liga Europa possibilidade de salvar a época. Tradição adversa aos leões, que nunca aqui venceram. Esquecer Bettencourt, Costinha, Liedson e até Valdés é um dos grandes desafios para o encontro de hoje.
Por prestígio, por orgulho. O Sporting joga hoje cartada importante, talvez mesmo decisiva, quanto ao futuro desta temporada. Com o campeonato perdido - aconteça o que acontecer até final, este será sempre um mau ano -, e eliminado precocemente da Taça de Portugal, desportivamente só há duas competições que interessam aos leões: a Taça da Liga (meia-final com o Benfica, na Luz) e esta Liga Europa.
O Sporting chega à Escócia ferido e muito debilitado. O presidente demitiu-se, o director para o futebol foi demitido, a principal referência da equipa partiu. Resta um treinador cada vez mais só e jogadores em crise de confiança. Actualmente tudo se questiona em Alvalade, todos são colocados em causa. A cotação de cada um caiu a pique. Actualmente todos são nivelados por baixo. A verdade poderá não ser bem assim, mas o certo é que o leão pôs-se a jeito e ficou ferido.
Na competição, como na selva, é assim, os adversários não perdoam um momento de fraqueza. Mas tem de reagir. Urgentemente. Já hoje.
Momento de viragem
O Sporting é um clube centenário, um clube grande, um histórico em Portugal e um crónico cliente europeu, que tem de acreditar em si próprio. O treinador do Rangers, Walter Smith, está desconfiado do momento do Sporting. Sabe, e disse-o ontem em conferência de imprensa, que nestes jogos europeus as equipas se transfiguram. A Liga Europa chega num momento que pode ser de viragem. Aqui está uma boa possibilidade de salvar a época. De partir para as vitórias - a equipa vem de dois empates desoladores: 3-3 com a Naval, em Alvalade, e 2-2, desperdiçando a vantagem em Olhão - e reencontrar-se com as boas exibições.
Os derbies têm de ficar para segundo plano. Curiosamente, o Rangers joga domingo com o rival Celtic e o Sporting com o Benfica na segunda-feira.
O Glasgow Rangers é uma equipa ao nível do Sporting. Do melhor Sporting. A tradição joga contra - o clube nunca venceu na Escócia [ver quadro] - mas o leão não pode entrar amedrontado esta noite do Ibrox Park, não pode recear o fantástico ambiente que só os adeptos britânicos proporcionam. Tem de ser corajoso, forte e concentrado. Há que esquecer Bettencourt e Costinha, mais Liedson e também Valdés. Trata-se de uma eliminatória equilibrada e jogada a duas mãos, com início fora. Também há que jogar com isso e Paulo Sérgio sabe-o. À partida, um empate é sempre positivo, um golo ouro. Há que lutar por ele, pela vitória, pelos adeptos. Pelo Sporting.
Equipas prováveis:
RANGERS: McGregor; Whittaker, Bougherra, Weir e Papac; Bartley, Naismith, Edu, Davis e Diouf; Lafferty.
SPORTING: Rui Patrício; João Pereira, Daniel CArriço, Polga e Evaldo; Pedro Mendes, André Santos, Matías Fernández e Maniche; Yannick e Hélder Postiga.

Fonte: Abola
Data: 17/02/2011

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