Dhlakama diz não saber a identidade dos membros que integram a força de intervenção rápida no país e a razão da sua criação pelo governo.
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, diz não conhecer a identidade dos homens que integram a força de intervenção rápida no país nem a razão da sua criação desta força pelo governo, uma vez que segundo ele, não estava prevista no acordo geral de paz assinado 1992.
Dhlakama diz ainda que a ideia de criar quartéis províncias surge em resposta à violação do acordo geral de paz pela Frelimo.
O líder da Perdiz vai mais longe e diz que em vez de dar melhores condições as forças armadas e de defesa de Moçambique, o governo criou o luxo para a intervenção rápida.
O líder da Renamo que mais uma vez acaba de adiar a realização do conselho nacional do seu partido para Setembro próximo na cidade da Beira disse ter se reunido com mais de 1000 ex-guerrilheiros a nível da região norte incluindo a província da Zambézia no quadro da criação dos alegados quartéis províncias.
Fonte: TIM
Data: 30/08/2011