Sexta-Feira, 25 de Maio de 2012
Helenio Jeronimo
2010/12/11 10:46
Os vendedores dizem contribuir valores que chegam a atingir 400 meticais para que os agentes fechem o olho a desordem.
Os vendedores do mercado informal da praça dos Combatentes, vulgo Xiquelene, arredores da Cidade de Maputo, acusam os agentes da Polícia Municipal destacados para acabar com a desordem neste local de efectuar cobranças ilícitas para deixa-los desenvolver a sua actividade em locais proibidos pela postura municipal, como passeios e bermas da estrada.
É uma saída que, entretanto, está a abrir espaço a uma forte contestação. É que supostamente cada turno obriga os vendedores a fazerem tais contribuições, algo que ao não acontecer, dizem os vendedores, são arrancados os produtos.
Em reacção a esta acusação, o comandante da Polícia Municipal na praça dos Combatentes, Anselmo Ouana, diz não ter conhecimento de nenhum agente envolvido nas cenas de cabritismo. Promete investigar e punir de forma exemplar os agentes que eventualmente estejam envolvidos.
A uma dada hora da noite o caos fica mesmo generalizado. Ouana diz que os vendedores arremessam pedras contra a Polícia, dai que esta não tem levado a cabo o seu papel.
São aproximadamente cinquenta agentes da Polícia Municipal de Maputo que trabalham na praça dos Combatentes.
Fonte: TIM
Data: 12/11/2010
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